A alimentação do bebé aos 6 meses

O leite materno, ou o leite habitual do bebé continuam a representar o seu principal alimento, mas pouco a pouco os novos alimentos vão começar a desempenhar um papel importante no seu desenvolvimento.

As primeiras refeições devem ter uma consistência semilíquida para que o bebé se vá habituando gradualmente à mudança de consistência. Depois convém fazer a transição para texturas em puré que devem ir ficando progressivamente mais consistentes. 

Os primeiros alimentos sólidos a ser introduzidos na alimentação do bebé são habitualmente as farinhas sem glúten (milho e arroz), os legumes e a fruta.


As papas de cereais contêm nutrientes importantes para o bom desenvolvimento do bebé e são de fácil digestão, ajudando o bebé a aceitar novos sabores e texturas.

As farinhas não lácteas como devem ser preparadas com o leite habitual do bebé, facilitam a adaptação à nova alimentação.

As farinhas lácteas permitem ao bebé experimentar e familiarizar-se com uma grande variedade de diferentes sabores.

Inicialmente pode ser utilizada uma farinha láctea ou não láctea, de acordo com a recomendação do profissional de saúde.

Até aos 6 meses de idade, devem ser oferecidas ao bebé papas sem glúten. Se o pediatra não apresentar quaisquer objeções, a partir desta idade, podem iniciar-se as papas com glúten (trigo, centeio, cevada e aveia).

glúten é uma mistura de proteínas existente em cereais como o trigo, centeio, cevada e aveia. Hoje em dia, verifica-se uma maior prevalência da intolerância ao glúten, também conhecida como doença celíaca Sendo assim, recomenda-se a introdução do glúten aos 6 meses de idade, sempre de acordo com as recomendações do profissional de saúde, de forma a minimizar o risco de desenvolver intolerância.

Relativamente à preparação, inicialmente convém preparar uma papa mais líquida e ir aumentando gradualmente a consistência. Dê a papa ao seu bebé com uma colher própria (e não no biberão) para estimular diferentes movimentos da língua e dos lábios e assim contribuir para o seu desenvolvimento motor.

Inicialmente, e salvo indicação em contrária do profissional de saúde assistente, os caldos de legumes são geralmente compostos por abóbora, cenoura e batata.

Depois, com um intervalo de 3 a 7 dias, pode ir experimentando legumes como a cebola, o alho, o alho francês, a alface, a curgete (sem pele e sem sementes), os brócolos e a couve branca. Mais tarde ofereça também feijão-verde, beringela e agrião. 

Devem ser adicionados 5 a 7,5ml de azeite em cru (no final da confeção) a cada dose de caldo de legumes.

A adição de sal nas refeições do bebé é desaconselhada durante o primeiro de ano de vida. O sal de cozinha é composto por nutrientes, como o sódio, que também estão naturalmente presentes nos alimentos. Nesta etapa as necessidades deste nutriente são baixas e a quantidade que está presente nos alimentos é suficiente.

A preferência pelo sabor salgado aumenta a partir do 2º semestre de vida até atingir um pico aos 3-4 anos. Quanto mais cedo o bebé consumir alimentos com sal, maior vai ser a sua preferência por este sabor. Assim sendo, o consumo de sal deve ser limitado de forma a prevenir o desenvolvimento da preferência por alimentos salgados, que está frequentemente associada ao desenvolvimento de algumas doenças, na idade adulta.

Habitualmente as primeiras frutas a serem introduzidas são a banana, a maçã e pêra. Estas devem ser bem maduras e/ou bem cozidas.

Depois, pode ir oferecendo frutos como a manga, a papaia, a ameixa, a pêra-abacate, o pêssego e as cerejas com uma frequência semanal e de um modo progressivo.

Os frutos vermelhos (morango, amora), o kiwi e o maracujá só devem ser oferecidos após os 12 meses de idade.

A introdução de peças de fruta diferentes estimula a aceitação de novos sabores por parte do bebé.

A carne e o peixe são fontes alimentares de proteínas de alto valor biológico e de ferro.

A carne deve ser introduzida na alimentação do bebé gradualmente a partir do 6º mês. Devem ser utilizadas carnes magras, de preferência aves, como o frango ou o perú, e o coelho. 

Inicialmente, a carne deve ser adicionada na sopa, depois pode começar a misturar-se com o puré de vegetais. O azeite só deve ser adicionado no final da confeção.

Depois do 6º mês de idade, com a indicação do profissional de saúde, pode iniciar-se o peixe.

Caso exista história familiar ou pessoal de alergias, fale com o seu profissional de saúde!

Inicialmente, deve optar-se pelas espécies de peixe magro como a pescada, linguado, solha ou faneca e ter muito cuidado com as espinhas. Para mais tarde (depois dos 10 meses), deixamos o salmão, devido ao seu elevado teor de gordura.

A partir do momento em que se inicia a alimentação complementar, deve ser oferecida água ao bebé durante o dia e em pequenas quantidades, preferencialmente entre as refeições.

A água é o principal constituinte do organismo do bebé. As suas necessidades hídricas são elevadas e ele necessita de beber 3 vezes mais água do que um adulto (relativamente ao seu peso corporal).

A água assume especial importância no funcionamento dos rins e da bexiga.

A ingestão adequada de água ajuda também no funcionamento do intestino, prevenindo a obstipação.

 

Pequeno-almoço

Após uma boa noite de sono o bebé precisa de ganhar energia. O leite habitual do seu bebé é o melhor alimento para começar o dia!

Almoço

A refeição do meio-dia é o pilar da diversificação alimentar. É tempo de experimentar a papa ou a sopa e a fruta! Agora que o bebé está a iniciar a diversificação alimentar, pode começar a diminuir progressivamente as quantidades de leite, de acordo com as recomendações do seu profissional de saúde, começando a dar-lhe papa ou sopa e mais tarde fruta. Ao princípio o bebé não comerá mais do que 2 ou 3 colheres de papa ou sopa, depois 3 ou 4. Pouco a pouco, chegará a dar-lhe um prato de papa ou sopa e um boião de fruta como sobremesa. Nesse momento, o bebé já não precisará de tomar o leite nesta refeição.

Lanche

Depois de uma boa sesta, o bebé acorda normalmente com um pouco de fome: é o momento ideal para mais uma refeição do dia e para se assegurar de que ele consome a quantidade diária recomendada de leite.

Como alternativa, a Blédina tem ao seu dispor outras alternativas que pode incluir no lanche do bebé como as sobremesas lácteas Petit Blédi ou o lanche que junta fruta com bolacha, uma deliciosa combinação que vai deliciar o seu bebé.

Jantar

Nesta fase, o leite habitual do bebé é ainda alimento fundamental do seu jantar. Contudo, cerca de 1 a 2 semanas depois de ter iniciado as primeiras refeições semi-sólidas, poderá passar a dá-las também ao jantar. Por exemplo se o bebé come sopa ao almoço, então pode comer a papa ao jantar.

Diversificacao alimentar 6 meses
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